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Saiba como a higienização correta pode ajudar a combater o coronavírus

Recentemente, foi identificado um surto de coronavírus em Wuhan, capital da província de Hubei, na China.

31 / 01 / 2020
Saiba como a higienização correta pode ajudar a combater o coronavírus

Recentemente, foi identificado um surto de coronavírus em Wuhan, capital da província de Hubei, na China. Os coronavírus, também chamados de CoV, foram descobertos durante a década de 1960 e podem causar de resfriados comuns a síndromes respiratórias graves. Por isso deve-se evitar o uso de termos como “gripe causada pelo coronavírus”, já que a gripe consiste em uma infecção respiratória relacionada ao vírus influenza.

Saiba mais sobre o novo coronavírus (nCoV-2019) e como realizar a higienização correta das mãos e de ambientes críticos.

 

Como se dá a transmissão do novo coronavírus?

Este é um vírus cuja origem ainda não está esclarecida. No entanto, é sabido que os coronavírus podem ser transmitidos de animais para humanos. Dentre os animais afetados estão aves, morcegos, porcos, roedores, macacos, cães e gatos.

A transmissão também ocorre entre humanos através de secreções de pacientes infectados transportadas pelo ar. O contato pessoal com tais secreções também é um meio de contaminação. Os casos confirmados envolvem parentes ou profissionais de saúde que tiveram contato físico ou permaneceram no mesmo ambiente que pacientes infectados.

 

Quais são os sintomas provocados pelo coronavírus?

Os casos podem ser assintomáticos ou exibir sintomas semelhantes aos do resfriado, como coriza, tosse, dor ou coceira na garganta. Também pode ocorrer febre baixa, fadiga, mal estar, perda de apetite, lacrimejamento e dor no corpo.

Casos mais graves podem provocar sinais mais graves, como pneumonia, insuficiência renal, dificuldade respiratória e insuficiência respiratória aguda. Os sintomas mais graves surgem em idosos, crianças de pouca idade e pacientes com baixa imunidade.

 

Existem fatores de risco?

Uma pesquisa divulgada na revista científica The Lancet indica que o principal fator de risco do coronavírus é a exposição ao mercado de frutos do mar de Wuhan. O mesmo pode ser dito de pessoas que tiveram contato com portadores do coronavírus.

Além disso, ainda de acordo com a pesquisa, a maioria dos pacientes era do sexo masculino, sendo o CoV mais frequente em pessoas mais velhas. O mesmo acontece com aquelas que possuem doenças crônicas como diabetes, câncer e doenças do sistema nervoso, do endócrino, cardiovasculares, respiratórias e relacionadas ao aparelho digestivo. Isso se deve ao fato do envelhecimento e estas doenças afetarem a imunidade do paciente.

 

Como posso reduzir o risco de infecção pelo novo coronavírus?

Primeiramente, é recomendado evitar manter contato próximo com pessoas que demonstrem infecções respiratórias agudas. A lavagem correta e frequente das mãos após contato com doentes e antes das refeições é um modo importante de evitar o contágio. As mãos também devem ser higienizadas após eventos como tosses ou espirros.

Cubra nariz e boca ao espirrar ou tossir, mesmo com a manga da roupa ou braço. Prefira lenços descartáveis para realizar a higiene nasal, evitando tocar nas mucosas dos olhos. Os ambientes devem ser mantidos bem ventilados a fim de facilitar a circulação de ar. É recomendado evitar o compartilhamento de objetos pessoais como talheres, pratos, copos ou garrafas. Carne e ovos devem ser consumidos após cozimento correto. Também é indicado evitar contato próximo com animais selvagens ou doentes. Não se esqueça de realizar a limpeza e a desinfecção regularmente conforme os protocolos, fazendo uso dos equipamentos de proteção.

É importante ressaltar que as vacinas disponíveis contra a gripe não são eficazes contra o coronavírus. Ela atua apenas contra o vírus influenza. Até o momento, não existe uma vacina para o novo vírus.

 

Como a higienização correta ajuda a combater o coronavírus?

A limpeza das mãos pode reduzir a transmissão do novo coronavírus vindo de Wuhan em escolas, ambientes corporativos e residências. Para isso, deve-se lavá-las com sabão ou detergente esfregando as palmas das mãos, os dedos e os espaços entre eles. O mesmo deve ser feito com as pontas dos dedos e as unhas. Em seguida, enxágue e utilize panos ou papeis limpos para enxugá-las.

Locais que oferecem alto risco de transmissão de infecções são aqueles que apresentam facilidades para a proliferação de microrganismos patogênicos. Em hospitais, ambientes como centros cirúrgicos, lavanderia, banheiros, ambulatórios, enfermarias, laboratórios e unidade de terapia intensiva correspondem a esta definição. A higienização adequada evita que os agentes patogênicos, naturalmente presentes nestes ambientes, se propaguem.

Por se tratar de um vírus novo, ainda não existem desinfetantes com eficácia registrada e comprovada contra ele. No entanto, acredita-se que a higienização com desinfetantes voltados para uso hospitalar, como os da Diversey, combata o coronavírus. Isso acontece porque estes desinfetantes apresentam baixa resistência química e eficácia comprovada diante dos demais vírus desta família.

A base dos desinfetantes comercializados pela Diversey é composta de Peróxido de Hidrogênio Acelerado (AHP) e hipoclorito de sódio. De acordo com os métodos de teste padronizados para vírus envelopados, espera-se que qualquer desinfetante relacionado elimine o coronavirus. Estes produtos também são eficazes contra vírus não envelopados, que são mais difíceis de combater do que os demais.

No entanto, por uma questão legal, esta informação não poderá ser afirmada nas embalagens até que demais testes de laboratório possam ser realizados. Estes testes serão capazes de validar esse pensamento, possibilitando a recomendação específica no rótulo.

 

Como está a pesquisa sobre os casos de coronavírus no Brasil?

Segundo o Ministério da Saúde, em artigo publicado em 30 de janeiro de 2020, são nove os casos suspeitos do novo coronavírus no Brasil. Estes pacientes viajaram para a China nos últimos 14 dias e apresentaram sinais do nCoV-2019 como febre e problemas respiratórios.

Ainda segundo o boletim emitido pelo Ministério da Saúde, há um caso suspeito em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Ceará; dois no Rio Grande do Sul e um em São Paulo.

Diante de sinais e sintomas, até a obtenção do diagnóstico correto, os casos suspeitos devem ser mantidos em isolamento. Os casos são descartados diante do não cumprimento da definição de caso ou do resultado laboratorial para outros vírus respiratórios. Entre estes os vírus Influenza A/H1N1, Influenza A/H3 e Rhinovirus, situações de retirada do paciente da área de isolamento.

 

Nossas equipes de Consultores estão à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas sobre esse e outros assuntos.
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