Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Químicos Químicos Higiene Pessoal Higiene Pessoal Dispensers Dispensers Máquinas Máquinas Panos Panos Descartáveis Descartáveis

Como evitar infecções por falhas na limpeza de superfícies hospitalares

O primeiro passo para prevenir e controlar infecções é investir em higiene e limpeza ambiental. Esta medida também visa reduzir a disseminação da resistência microbiana em serviços de saúde.

Sem a limpeza correta, ambientes hospitalares servem como reservatórios ideais para microrganismos, aumentando a contaminação ambiental. Sendo assim, rotinas de limpeza e desinfecção mais eficientes são indispensáveis para evitar a disseminação de microrganismos.

 

O que é resistência microbiana?

Resistência microbiana consiste na redução da sensibilidade destes organismos a bactericidas, antiparasitários, medicamentos antivirais e antifúngicos. Este é um problema que afeta ambientes hospitalares e comunidades ao redor do mundo. As infecções provocadas pela resistência microbiana resultam em maior tempo de internação, mortalidade e aumento dos custos da assistência.

O ambiente pode facilitar a transmissão endêmica e epidêmica de agentes e patógenos. Estes, por sua vez, podem sobreviver em superfícies ambientais por dias ou até meses.

 

O que são áreas críticas hospitalares que possibilitam as infecções?

Em hospitais, as áreas críticas correspondem a ambientes com alto risco de transmissão de infecção, como centros cirúrgicos e unidade de terapia intensiva. O mesmo pode ser dito sobre unidade de diálise, laboratório de análises clínicas, banco de sangue, unidade de transplante e unidade de queimados. Berçário de alto risco, central de material e esterilização, lactário, farmácia e área suja da lavanderia também compõem este grupo.

Existem ainda áreas semicríticas, como enfermarias e apartamentos, ambulatórios, banheiros, posto de enfermagem, elevadores e corredores.  Sendo assim, os agentes patogênicos podem estar presentes desde superfícies de quartos de pacientes até nas mãos de profissionais de saúde.

 

Como podemos evitar falhas na limpeza e na desinfecção destas superfícies?

As falhas na limpeza são reduzidas quando há disponibilidade de recursos e rotinas detalhadas. A capacitação da equipe e a disposição de ferramentas adequadas também garantem a aplicabilidade dos processos e os resultados positivos.

Para definir a frequência de limpeza destas superfícies, é preciso analisar o risco clínico do paciente e do ambiente, além de características da superfície. De modo geral, deve-se fornecer aos profissionais de higiene equipamentos de proteção individual e instrumentos de limpeza para determinado ambiente. Para isso, é preciso conhecer a precaução padrão e a específica para cada processo de limpeza e desinfecção.

Da mesma forma, os métodos de limpeza e os produtos fornecidos devem ser padronizados. Sendo assim, os desinfetantes devem ser adequados a cada superfície e de acordo com o espectro contra microrganismos. É importante seguir as instruções do fabricante. Isso garante maior eficácia no combate e no controle da contaminação do ambiente por patógenos específicos.

As superfícies de alto contato com as mãos, como maçanetas, corrimãos e elevadores devem receber um cuidado especial.

Evitar infecções por falhas na limpeza de superfícies hospitalares reduz as chances de contaminação de patógenos entre pacientes, visitantes e profissionais de saúde. Outro passo importante que reduz falhas na limpeza de superfícies hospitalares é a escolha dos materiais que as compõem. Optar por revestimentos que facilitem o processo de limpeza também é essencial. Para garantir a eficácia do processo, revise o plano de limpeza anualmente.

Temáticas