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Como evitar infecções por falhas na limpeza de superfícies hospitalares

O primeiro passo para prevenir e controlar infecções é investir em higiene e limpeza ambiental. Esta medida também visa reduzir a disseminação da resistência microbiana em serviços de saúde.

02 / 01 / 2020
Como evitar infecções por falhas na limpeza de superfícies hospitalares


O primeiro passo para prevenir e controlar infecções é investir em higiene e limpeza ambiental. Esta medida também visa reduzir a disseminação da resistência microbiana em serviços de saúde.

Sem a limpeza correta, ambientes hospitalares servem como reservatórios ideais para microrganismos, aumentando a contaminação ambiental. Sendo assim, rotinas de limpeza e desinfecção mais eficientes são indispensáveis para evitar a disseminação de microrganismos.

 

O que é resistência microbiana?

Resistência microbiana consiste na redução da sensibilidade destes organismos a bactericidas, antiparasitários, medicamentos antivirais e antifúngicos. Este é um problema que afeta ambientes hospitalares e comunidades ao redor do mundo. As infecções provocadas pela resistência microbiana resultam em maior tempo de internação, mortalidade e aumento dos custos da assistência.

O ambiente pode facilitar a transmissão endêmica e epidêmica de agentes e patógenos. Estes, por sua vez, podem sobreviver em superfícies ambientais por dias ou até meses.

 

O que são áreas críticas hospitalares que possibilitam as infecções?

Em hospitais, as áreas críticas correspondem a ambientes com alto risco de transmissão de infecção, como centros cirúrgicos e unidade de terapia intensiva. O mesmo pode ser dito sobre unidade de diálise, laboratório de análises clínicas, banco de sangue, unidade de transplante e unidade de queimados. Berçário de alto risco, central de material e esterilização, lactário, farmácia e área suja da lavanderia também compõem este grupo.

Existem ainda áreas semicríticas, como enfermarias e apartamentos, ambulatórios, banheiros, posto de enfermagem, elevadores e corredores.  Sendo assim, os agentes patogênicos podem estar presentes desde superfícies de quartos de pacientes até nas mãos de profissionais de saúde.

 

Como podemos evitar falhas na limpeza e na desinfecção destas superfícies?

As falhas na limpeza são reduzidas quando há disponibilidade de recursos e rotinas detalhadas. A capacitação da equipe e a disposição de ferramentas adequadas também garantem a aplicabilidade dos processos e os resultados positivos.

Para definir a frequência de limpeza destas superfícies, é preciso analisar o risco clínico do paciente e do ambiente, além de características da superfície. De modo geral, deve-se fornecer aos profissionais de higiene equipamentos de proteção individual e instrumentos de limpeza para determinado ambiente. Para isso, é preciso conhecer a precaução padrão e a específica para cada processo de limpeza e desinfecção.

Da mesma forma, os métodos de limpeza e os produtos fornecidos devem ser padronizados. Sendo assim, os desinfetantes devem ser adequados a cada superfície e de acordo com o espectro contra microrganismos. É importante seguir as instruções do fabricante. Isso garante maior eficácia no combate e no controle da contaminação do ambiente por patógenos específicos.

As superfícies de alto contato com as mãos, como maçanetas, corrimãos e elevadores devem receber um cuidado especial.

Evitar infecções por falhas na limpeza de superfícies hospitalares reduz as chances de contaminação de patógenos entre pacientes, visitantes e profissionais de saúde. Outro passo importante que reduz falhas na limpeza de superfícies hospitalares é a escolha dos materiais que as compõem. Optar por revestimentos que facilitem o processo de limpeza também é essencial. Para garantir a eficácia do processo, revise o plano de limpeza anualmente.

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